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Foto: Livro Goyaz e Serradourada
Foto: Livro Goyaz e Serradourada
Registro fotográfico feito a partir do outeiro da Santa Bárbara. Arquivo ACBCC
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Imagens: https://www.facebook.com/antoniocarlos.campos/photos

História do Município

Conhecida carinhosamente pelo nome de Goiás Velho, a antiga capital do Estado foi fundada em 1727, no Ciclo do Ouro, e retrata o período colonial brasileiro de uma maneira muito particular, razão pela qual foi reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO, em 14 de dezembro de 2001.

A cidade de Goiás tem uma história que remonta o período em 1727. Neste sentido, é importante destacar que neste território viviam diferentes povos indígenas que deixaram um legado cultural inicial, mas que tiveram sua cultura violentada pelo avanço da colonização. Porém, assim como em outras partes do Brasil, a cidade de Goiás guarda memórias referências culturais basilares da matriz indígena local e regional. A chegada dos(as) colonizadores(as) trouxe também povos africanos escravizados(as) que foram os(as) grandes responsáveis, como muito bem escreveu Cora Coralina, por levantar as paredes das casas hoje tombadas pelo patrimônio e calçar (pedra por pedra) as ruas da antiga Vila Boa de Goiás. O Município de Goiás, portanto, guarda elementos materiais e simbólicos em sua formação que tem origem no encontro de diferentes povos e matrizes culturais, o que resultou em uma base cultural ampla e diversa.

O passar dos anos foi, gradativamente, fortalecendo o aporte cultural do Município. A cultura africana no Município, em especial, tem sido historicamente muito forte, com a existência de uma diversidade de grupos de congo, capoeira, percussão, entre outras expressões. Com relação à cultura camponesa, esta também tem sido muito sólida no Município e fortalecida nas últimas décadas em função da criação de 24 Assentamentos Rurais. A folia de reis, os(as) violeiros(as), a gastronomia, entre outras atividades dão vida à cultura do campo no Município. Juntando-se a estas representações basilares, podemos ressaltar a Poesia de Cora Coralina que incentivou dezenas de outros poetas e poetizas, assim como a arte centenária (destaque para o artesanato em argila) dos artesãos e artesãs vilaboenses, que fazem da Cidade de Goiás um centro importante da produção artística goiana.

O traçado urbano, a arquitetura vernacular, o cenário paisagístico, singularmente belo, permite ao visitante uma viagem ao tempo do Brasil Colonial. Localizada no Vale do Lendário Rio Vermelho e entre as serras do Canta Galo, São Francisco e a majestosa Serra Dourada, a Cidade de Goiás se destaca como um dos mais importantes destinos turísticos do coração do Brasil. Exaltada como a cidade mãe do Estado de Goiás e berço da cultura do povo goiano, a antiga Vila Boa se destaca também pelas suas manifestações e eventos culturais, entre eles o Carnaval, a  Semana Santa, o FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, os festivais de gastronomia e cultura, as Folias de Reis e do Divino Espírito Santo, as feiras de cultura popular, entre tantos outros. Além da riqueza histórica e cultural a cidade possui belos atrativos naturais, entre eles o Parque Estadual Serra Dourada e o Caminho de Cora Coralina, uma das mais belas trilhas de longo curso do país e o único caminho de poesias do mundo, que homenageia nossa grande poetisa, Ana Lins do Guimarães Peixoto Bretas (Cora Coralina).

Cidade de Goiás – Patrimônio cultural da humanidade!

História administrativa - Formação Administrativa

Em 1683, Bartolomeu Bueno da Silva, a frente de numerosa bandeira, da qual fazia parte seu filho, de igual nome, chegou até o rio das Mortes, seguindo o roteiro que Manuel Correia traçara em 1647. Ali, com o auxilio do bandeirante Pires de Campos, que Ihe indicou um guia, atingiu as cabeceiras de um rio que depois se chamou rio Vermelho. Foi nesse local que Bartolomeu usou a artimanha do prato de aguardente com fogo para impressionar os indígenas, sendo cognominado Anhanguera – diabo velho. De regresso, além de ouro, trouxe grande número de indígenas escravizados.

Cerca de quarenta anos depois, Bartolomeu Bueno da Silva Filho foi incumbido, pelo governo de São Paulo, de chefiar uma bandeira de cem homens, com o fim de localizar o lugar onde estivera com seu pai. Tendo encontrado o aldeamento dos indígenas guayases, ou Goiás, e vestígios da roca cultivada pelo Anhanguera, fundou, em 1726, o arraial da Barra, hoje o Distrito de Buenolândia, e no ano seguinte, os de Ouro Fino, Ferreiro e Santana, originando-se deste ultimo a atual cidade. Foi sede administrativa da Capitania e do Estado de Goiás, de 1744 até 1937, quando se deu a transferência oficial da Capital Estadual para Goiânia.

 O Distrito e freguesia foram criados em 1729, com a denominação de Santana de Goiás. Por fora da Carta régia datada de 11 de fevereiro de 1736, foi criado o Município, que recebeu o nome de vila Boa de Goiás, instalado em 25 de julho de 1739. Em 8 de novembro de 1744, recebeu qualidade de sede administrativa da Capitania de Goiás, por fora do Alvará que a criou. A sede municipal coube foros de cidade, e o topônimo do Município foi simplificado para Goiás, por efeito da Carta de lei de 17 de setembro de 1818. Perdeu a qualidade de sede de governo em obediência ao Decreto estadual n.º 1 816, de 23 de marco de 1937, que oficializou a transferência da Capital do Estado para Goiânia.

 Depois de uma série de desmembramentos, para formação de novos Municípios, conta 8 Distritos: Goiás (sede), Buenolândia, Caiçara, Davinópolis, Itaiú, Jeroaquara, Mozarlândia e Uva; e 8 povoados. É sede de comarca de 3ª estância.

 Situado na zona fisiocracia (fisiocracia: se baseia na afirmação de que toda a riqueza era proveniente da terra, da agricultura) de Mato Grosso de Goiás, o Município se limita com os de Aruanã, Itapirapuã, Novo Brasil, Mossâmedes, Itaberaí, Itapuranga, Rubiataba e Crixás. A sede municipal, aos 520 metros de altura, distância de 124 quilômetros, em linha reta, da Capital do Estado. Suas coordenadas geográficas são 15° 55′ de latitude sul e 50° 07′ de longitude W. Gr.

 Entre os rios destacam-se o Vermelho, do Peixe e Tesouro; entre as serras, a Dourada e a do Constantino, além dos morros Dom Francisco, Lajes, Cantagalo e a famosa Pedra Goiana (bloco em forma de mesa, sustentada em um único ponto por outra de dimensões mínimas) e o ouro, diamante, pedras preciosas, mica, fonte de água sulfurosa (água de São João), etc,. o Gentílico é  Vilaboense ou Goiano(a).

Distrito criado com a denominação de Santana de Goiás, em 1729.  Elevado à categoria de vila com a denominação de Boa Vista de Goiás, por Carta Régia, de 11-02-1736. Instalado em 25-07-1739.  Elevado à condição de cidade com a denominação de Goiás, por Carta de lei de 17-09­-1818.

 

Pelo alvará, de 10-01-1755 e também por resolução provincial nº 12, de 01-08-1842, são criados os Distritos de Santa Rita da Anta e Pilar anexados ao Município de Goiás. Pelo decreto de 11-11-1831, desmembra de Goiás o Distrito de Pilar. Elevado à categoria de vila. Pelo decreto de 05-07-1833, é criado o Distrito de Rio Claro e anexado do Município de Goiás.,

 Pela lei provincial nº 8, de 25-06-1834, é criado o Distrito de São José do Araguaia e anexado ao Município de Goiás. Pela lei provincial nº 6, de 31-07-1845, é criado o Distrito de São José de Mossâmedes e anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei provincial nº 8, de 31-07-1845, é criado o Distrito de Ouro Fino e anexado ao Município de Goiás. Pela lei provincial nº 5, de 04-06-1850, é criado o Distrito de Barra e anexado ao Município de Goiás.

 Pela Resolução provincial nº 8, de 09-11-1857, é criado o Distrito de São Sebastião do Alemão e anexado ao Município de Goiás. Pela lei provincial nº 455, de 30-09-1870, é criado o Distrito de Carmo e anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei provincial nº 548, de 02-08-1875, é criado o Distrito de Santa Leopoldina e anexado ao Município de Goiás. Pela lei provincial nº 814, de 19-12-1887, desmembra do Município de Goiás o Distrito de São Sebastião do Alemão. Elevado à categoria de Município.

 Pela lei municipal nº 86, de 09-04-1901, é criado o Distrito de Registro e anexado ao Município de Goiás. Pela lei municipal nº 87, de 09-04-1901, é criado o Distrito de Cachoeira e anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei municipal nº 150, de 17-05-1904, é criado o Distrito de Bacalhau e anexado ao Município de Goiás. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o Município é constituído de 12 Distritos: Santana de Goiás, Bacalhau, Barra, Cachoeira, Carmo, Mossâmedes, Ouro Fino, Registro, Rio Claro, Santa Leopoldina, Santa Rita da Anta e São José do Araguaia.

 Nos quadros de Apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, o Município é constituído de 12 Distritos: Santana (ex-Santana de Goiás), Bacalhau, Barra, Cachoeira, Carmo, Leopoldina (ex-Santana de Leopoldina), Ouro Fino, Rio Claro, Registro do Araguaia (ex-Registro), Santa Rita da Anta, São José de Mosssâmedes (ex-Mosssâmedes) e São José do Araguaia.

 Pela lei municipal nº 70, de 17-05-1933, o Distrito de Bacalhau passou a denominar-se Davinópolis. Pela lei municipal nº 83, de 14-09-1933, é criado o Distrito de Ilha do Bananal e anexado ao Município de Goiás.

 Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município é constituído de 13 Distritos: Santana de Goiás, Barra, Cachoeira, Carmo, Davinópolis (ex-Bacalhau), Ilha do Bananal, Ouro Fino, Registro do Araguaia, Rio Claro, Leopoldina, Santa Rita da Anta, São José de Mosssâmedes e São José do Araguaia.

 Pelo decreto estadual nº 1816, de 23-03-1937, transfere a capital do estado do Município de Goiás para o de Goiânia. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo decreto-lei nº 557, de 30-03-1938, os Distritos de Carmo e Santana, foram reconduzidos à condição de zonas administrativas do Distrito sede do Município de Goiás e o Distrito de São José do Araguaia passou a denominar-se Bandeirantes e São José de Mossâmedes a Mossâmedes, sob o mesmo decreto o Distrito de Cachoeira deixa de pertencer ao Município de Goiás, para ser anexado ao Município de Paraúna.

 Pelo decreto-lei estadual nº 1233, de 31-10-1938, o Distrito de Barra passou a denominar-se Buenolândia, Ilha do Bananal a chamar-se Macaúba e Rio Claro tomou o nome de Itajubá.

 Pelo decreto-lei estadual nº 8305, de 31-12-1943, são criados os Distritos de Ceres (ex­povoado de Colônia Agrícola e Xixá), ambos com terras desmembradas do Distrito de Itaiú e anexados ao Município de Goiás. Sob o mesmo decreto o Distrito de Macaúba deixa de pertencer ao Município de Goiás para ser anexado ao de Porto Nacional e o Distrito de Bandeirante a pertencer ao Município de Itacê. E ainda os Distritos de Santa Rita da Anta a denominar-se Jeroaquara, Itajubá a denominar-se Iporã, Leopoldina a denominar-se Aruanã e Ouro Fino a chamar-se Itaiú.

 No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o Município é constituído de 13 Distritos: Goiás, Buenolândia (ex-Barra), Caiçara, Carmo, Davinópolis, Itajubá (ex-Rio Claro), Leopoldina, Macaúba (ex-Ilha do Bananal), Mossâmedes, Ouro Fino, Registro do Araguaia, Santa Rita da Anta e Bandeirantes (ex-São José do Araguaia).

 No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o Município é constituído de 11 Distritos: Goiás, Aruanã (ex-Leopoldina), Buenolândia (ex-Barra), Ceres (ex-povoado de Colônia Agrícola), Davinópolis, Iporá (ex-Itajubá), Itaiú (ex-Ouro Fino), Jeroaquara (ex-Santa Rita de Antas), Mossâmedes, Registro do Araguaia e Xixá.

 Pela lei municipal nº 19, de 04-10-1948, é criado o Distrito de São Luiz do Montes Belos (ex-povoado) e anexado ao Município de Goiás. Pela lei municipal nº 20, de 04-10-1948, é criado o Distrito de Carmo do Rio Verde o povoado e anexado ao Município de Goiás. Pela lei municipal nº 21, de 06-10-1948, é criado o Distrito de Córrego do Ouro (ex­povoado) é anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei estadual nº 249, de 19-11-1948, desmembra do Município de Goiás o Distrito de Iporá. Elevado à categoria de Município. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o Município é constituído de 12 Distritos: Goiás, Aruanã, Buenolândia, Carmo do Rio Verde, Córrego do Ouro, Ceres, Davinópolis, Itaiú, Jeroaquara, Mossâmedes, Registro do Araguaia, Xixá e São Luiz do Montes Belos.

 Pela lei estadual nº 706, de 14-11-1952, desmembra do Município de Goiás o Distrito de Carmo do Rio Verde. Elevado à categoria de Município. Pela lei estadual nº 772, de 14-11-1952, desmembra do Município de Goiás o Distrito de Mossâmedes, elevando à categoria de Município.

 Pela lei estadual nº 748, de 03-07-1953, desmembra do Município de Goiás o Distrito de Xixá. Elevado à categoria de Município com a denominação de Itapuranga. Pela lei estadual nº 767, de 04-09-1953, desmembra do Município de Goiás o Distrito de Ceres, elevando á categoria de Município.

 Pela lei municipal nº 137, de 12-09-1953, é criado o Distrito de Itapirapuã (ex-povoado), criado com terras desmembrada do Distrito de Aruanã anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei municipal nº 138, de 12-09-1953, é criado o Distrito de Jussara ex-povoado de Colônia do Água Limpa, criado com terras desmembrada do Distrito de Aruanã e anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei estadual nº 805, de 12-10-1953, desmembra do Município de Goiás o Distrito de São Luiz do Monte Belos, elevando á categoria de Município. Pela lei estadual nº 776, de 24-11-1953, desmembra do Município de Goiás, o Distrito de Córrego do Ouro, elevando à categoria de Município.

 Pela lei municipal nº 156, de 30-11-1953, é criado o Distrito de Caiçara (ex-povoado) e anexado ao Município de Goiás.  Pela lei municipal 158, de 10-05-1954, é criado o Distrito de Aropi (ex-povoado), criados com terras desmembrada do Distrito de Registro do Araguaia e anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei municipal nº 163, de 10-05-1954, o Distrito de Aropi passou a denominar-se Mendelândia. Pela lei municipal nº 183, de 02-05-1955, o Distrito de Mendelândia teve sua denominação alterada para Diorama.

 Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o Município é constituído de 11 Distritos: Goiás, Aruanã, Buenolândia, Caiçara, Davinópolis, Itaiú, Itapirapuã, Jeroaquara, Jussara, Mendelândia e Registro do Araguaia.

 Pela lei municipal nº 203, de 17-11-1956, o Distrito de Davinópolis passou a denominar­se Davidópolis. Pela lei municipal nº 203, de 25-04-1956, é criado o Distrito de Uvá e anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei municipal nº 203, de 17-11-1956, o Distrito de Davinópolis passou a denominar­se Davidópolis. Pela lei municipal nº 216, de 18-05-1957, é criado o Distrito de Santa Fé (ex-povoado) e anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei municipal nº 217, de 18-05-1957, é criado o Distrito de São Sebastião do Rio Claro (ex-povoado), criado com terras desmembradas dos Distritos de Jussara, Aruanã e Registro do Araguaia. E anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei municipal nº 115, de 14-11-1958, é criado o Distrito de Juscelândia e anexado ao Município de Goiás. Pela lei municipal nº 244, de 30-01-1958, é criado o Distrito de Salobinho (ex-povoado) e anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei municipal nº 245, de 30-01-1958, é criado o Distrito de Mozarlândia e anexado ao Município de Goiás. Pela lei estadual nº 2113, de 14-11-1958, desmembra do Município de Goiás o Distrito de Itapirapuã. Elevado à categoria de Município.

 Pela lei estadual nº 2116, de 14-11-1958, desmembra do Município de Goiás os Distritos de Jussara, Juscelândia, Santa Fé e São Sebastião do Rio Claro, para formar o novo Município de Jussara.

 Pela lei estadual nº 2390, de 17-12-1958, desmembra do Município de Goiás os Distritos de Diorama, Registro do Araguaia e Salobinha, para formar o novo Município de Diorama.

 Pela lei estadual nº 2427, de 18-12-1958, desmembra do Município Goiás o Distrito de Aruanã. Elevado á categoria de Município. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o Município é constituído de 8 Distritos: Goiás, Buenolândia, Caiçara, Davidópolis, Itaiú, Jeroaquara, Mozarlândia e Uvá.

 Pela lei municipal nº 366, de 18-06-1963, é criado o Distrito Cavalo Queimado e anexado ao Município de Goiás. Pela lei estadual nº 4702, de 23-10-1963, desmembra do Município de Goiás o Distrito de Mozarlândia. Elevado à categoria de Município.

 Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o Município é constituído de 8 Distritos: Goiás, Buenolândia, Caiçara, Cavalo Queimado, Davidópolis, Itaiú, Jeroaquara e Uvá.

 Pela lei estadual nº 2, de 24-03-1966, o Distrito de Itaiú passou a denominar-se Calcilândia. Pela lei municipal nº 21, de 20-09-1966, é criado o Distrito de Faina e anexado ao Município de Goiás.

 Pela lei estadual nº 6944, de 19-06-1968, é criado o Distrito de São João e anexado ao Município de Goiás.  Pela lei estadual nº 7058, de 26-08-1968, o Distrito de Cavalo Queimado passou a denominar-se Araguapaz.

 Pelo ato complementar nº 46, de 07-02-1969, são extintos os Distritos de São João e Faina sendo seus territórios anexados ao Distrito sede do Município de Goiás. Pela lei estadual nº 8111, de 14-05-1976, é recriado o Distrito de São João, sendo seu território anexado ao Município de Goiás.

 Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o Município é constituído de 9 Distritos: Goiás, Araguapaz (ex-Cavalo Queimado), Buenolândia, Caiçara, Calcilândia (ex-Itaiú), Davidópolis, Jeroaquara, São João e Uvá.

 Pela lei estadual nº 9179, de 14-05-1982, desmembra do Município de Goiás o Distrito de Araguapaz. Elevado à categoria de Município. Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o Município é constituído de 8 Distritos: Goiás, Buenolândia, Caiçara, Calcilândia, Davidópolis, Jeroaquara, São João e Uvá.

 Pela lei estadual nº 10434, de 09-01-1988, desmembra do Município de Goiás os Distritos de Faina, Caiçara e Jereoquara, para formar o novo Município de Faina. Em divisão territorial datada de 2003, o Município é constituído de 6 Distritos: Goiás, Buenolândia, Calcilândia, Davidópolis, São João e Uvá. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte: Agência Goiana dos Municípios

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